E o que está embaixo é como o que está em cima

 

Ou seja, existe uma correspondência entre o macrocosmo e o microcosmo, bem como entre as leis e os fenômenos nos diversos planos de existência e da vida.

 

A compreensão deste Princípio permite ao homem explicar diversos paradoxos e segredos da Natureza, afinal, sabemos que o Universo é construído sob as mesmas bases, desde as mais simples às mais complexas nas manifestações de seus diversos planos.

 

O macrocosmo e o microcosmo são expressões da mesma realidade, o homem não está separado do Universo e nem da natureza, portanto, realidade cósmica e realidade terrena são correspondentes, o homem está integrado ao Cosmos, e esta relação pode ser explicada pelos movimentos celestes e as experiências humanas.

 

O instrumento de estudo da Astrologia é o sistema solar, representados pelos astros Sol e Lua e demais planetas, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.

 

Dentro dos estudos astrológicos é por esse motivo que a Lua está relacionada a padrões de repetições e possíveis condicionamentos, pois no período de um ano ocupa a mesma posição no cosmos por doze vezes.

 

Cada astro exerce uma função simbólica nos estudos astrológicos e a Lua significa os primeiros registros de proximidade afetiva emocional, bem como determina características do inconsciente, percepções maternas e como nos comportamos emocionalmente em nossas vidas.

Lua na Astrologia também representa nossa mãe. Não por coincidência a mãe é o maior contato de experimentos emocionais na infância.

Especificamente esse “modo” de condicionamento é determinado, em parte, pela constelação (signo, astrologicamente falando) em que a Lua estava no dia do nosso nascimento e nos aspectos natais que ela forma. Leia-se aspectos pela distância da Lua com os outros planetas do sistema solar. Essa distância é medida em graus.

 

 Por exemplo: se no dia de nosso nascimento a Lua estava posicionada no signo de Áries, nós iremos assumir as características emocionais do signo de Áries. E aqui podemos mencionar os arquétipos definidos por Dr. Jung. Áries é um arquétipo do corajoso, guerreiro, pioneiro. Logo, emocionalmente seremos guerreiros, corajosos e pioneiros.

Sendo o ciclo lunar o mais rápido, significa que todos os ângulos que a lua forma com os demais planetas, vai mapear as experiências do individuo no seu primeiro ano de vida. 

 

  A lua nos diz sobre a infância pelo signo que ocupa, e das primeiras experiências gravadas no psiquismo humano logo no primeiro ano de vida pelos aspectos planetários.

 

  Sendo assim, é possível descrever “o modo” desta experiência e como ela pode se reproduzir em formas de condicionamentos anos a fim, até que o individuo tome consciência deste padrão, para melhor integrar a sua personalidade. Ou seja, tornar consciente a lua do seu mapa astral é a forma que a astrologia contribui para descrever os padrões inconscientes que tanto buscamos em um processo terapêutico.

 

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